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Os pacientes com transtorno de personalidade borderline frequentemente fazem cortes superficiais em si próprios, com objetos que podem estar disponíveis mesmo em ambientes nos quais recebem atendimento. Esse comportamento mobiliza demais os membros das equipes de saúde encarregados de seus cuidados. Um psicólogo que trabalha em uma equipe que atende a esse tipo de demanda deve orientar os profissionais da equipe a
ignorarem esse comportamento, pois ele tem como único objetivo a manipulação do ambiente.
controlarem ostensivamente o comportamento desses pacientes, para garantir-lhes segurança e apoio.
interpretar esse comportamento dos pacientes, para ajudá-los a elaborar a sua necessidade de atenção contínua.
validar a necessidade de expressar a raiva desses pacientes, o que contribui para a diluição de sua angústia.
investigar as origens desse comportamento, mesmo que o dano real desses cortes seja mínimo.