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Com os avanços provocados pelo Pacto pela Saúde, ocorreu uma importante redefinição de responsabilidade para cada esfera do governo. Desdobrou-se daí uma maturidade na compreensão da atenção básica como centro ordenador do sistema local de saúde, e, enquanto locus transversal, como propulsor de um sistema de saúde universal, integral, equitativo e com controle social. A fim de cumprir esse papel, a atenção básica precisa ser investida de um trabalho de matriciamento da gestão de atenção psicossocial. Na linha do que desenvolveu Campos (1999), o matriciamento deve ser um tipo de arranjo metodológico de gestão e intervenção técnico pedagógica, que possa fazer leitura das necessidades e potencialidades do território. Dessa forma, a saúde organizada em Redes, especificamente no tocante à atenção psicossocial, poderá alcançar:
I - Articulação de diferentes projetos em torno de várias problemáticas/temáticas junto à atenção básica com vistas à integralidade.
II - Envolvimento da equipe da atenção básica e de Estratégia de Saúde da Família (ESF) no trabalho de educação permanente para o desenvolvimento de projetos e para a consecução da atenção básica como espaço de acolhimento, servindo de retaguarda às ações psicossociais para inserção das pessoas atendidas no território intersetorialmente.
III - Acompanhamento de pessoas ao longo da Rede de Atenção em Saúde em geral, no tocante à dimensão psicossocial envolvida nos problemas de saúde.
Qual(is) está(ão) correta(s)?
Apenas a I e a II.
A I, a II e a III.
Apenas a II e a III.
Apenas a I.
Apenas a III.