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Ao pensar em intervenções de Saúde Mental na perspectiva da Saúde Coletiva, deve-se levar em consideração o disposto corretamente na alternativa:
Ao utilizar propostas do grupo em saúde, deve-se partir do reconhecimento da experiência do outro, seus territórios existenciais. A direção do trabalho seria que o grupo se entendesse como permeável a outras possibilidades de discurso e encontros, articulando-se com um conjunto de discurso histórico produzido na família, escola, igreja, hospitais, centros de saúde.
Ao trabalhar com grupos na saúde coletiva na Atenção Básica, sugere-se a formação de grupos por tipologia de agravos ou sofrimento psíquico para que haja uma maior eficácia do tratamento, aumentando a contribuição do profissional em saúde.
Quando o público-alvo são usuários de álcool e outras drogas, o trabalho com grupos deve enfatizar a abstinência como uma direção clínica, uma vez que se manter abstêmio, mesmo por curtos períodos de tempo, produz sentimentos de superação capazes de incentivar a cura.
Quando o público-alvo são usuários de álcool e outras drogas, no uso do grupo como intervenção terapêutica, não se deve agenciar uma diversidade muito grande de temas além do sofrimento vinculado à dependência química, pois pode desencadear um efeito de dispersão do tratamento e perda do foco do projeto terapêutico singular.