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Com base na obra Psicologia Social Contemporânea, de Jacques e colaboradores (2013), assinale a alternativa que melhor expressa a concepção crítica da subjetividade adotada pela Psicologia Social e sua relação com outras abordagens psicológicas tradicionais.
Embora a Psicologia Social crítica reconheça as limitações do funcionalismo predominante na Psicologia Organizacional, admite, em algumas abordagens, articulações parciais que explicam práticas institucionais sem necessariamente romper com a lógica adaptativa do trabalho.
A Psicologia Social crítica, embora valorize o peso das determinações sociais, reconhece que a agência dos sujeitos se manifesta na capacidade dos indivíduos de reproduzir as condições materiais e outras informações presentes na realidade.
Em sua interlocução com a Psicologia do Desenvolvimento, a Psicologia Social crítica valoriza aspectos universais da formação psíquica, embora questione a sequenciação dos estágios evolutivos ao considerar a influência das práticas culturais.
Ao dialogar com a Psicologia Experimental, a Psicologia Social crítica adota a análise de variáveis observáveis, mas as ressignifica ao integrá-las à compreensão de práticas simbólicas e construtos históricos na produção da subjetividade.
A constituição da subjetividade, para a Psicologia Social crítica, é inseparável dos processos sociais, históricos e institucionais, o que se opõe a perspectivas psicométricas que concebem traços de personalidade como entidades estáveis e transcontextuais.