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A Teoria do Apego, formulada por John Bowlby, postula que a natureza dos vínculos iniciais estabelecidos entre o bebê e seus cuidadores primários molda o desenvolvimento socioemocional e a capacidade de autorregulação na vida adulta. No cenário de transição para a escola, o comportamento de crianças com padrão de apego inseguro-evitativo apresenta nuances específicas. Com base nas classificações de Mary Ainsworth e Bowlby, assinale a alternativa correta.
O padrão de apego desorganizado manifesta-se por comportamentos coerentes e estratégicos de proximidade física, onde a criança utiliza o choro como ferramenta exclusiva de manipulação social.
O apego seguro é identificado quando a criança apresenta indiferença total à saída do cuidador da sala de aula, mantendo-se em estado de isolamento social profundo durante todo o período letivo.
Crianças com apego evitativo tendem a demonstrar pouca angústia na separação e ignoram ativamente o cuidador no momento do reencontro, focando excessivamente em objetos ou tarefas ambientais para mascarar a ansiedade.
O apego ambivalente é caracterizado pela exploração livre do ambiente escolar sem a necessidade de retornar à base segura, demonstrando confiança absoluta nas figuras de autoridade institucionais.
A sensibilidade materna não possui correlação com a formação dos modelos internos operantes, sendo o temperamento genético o único determinante da segurança do apego na primeira infância.