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O psicodiagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA), conforme descrito por BOSA e ZANON (In: HUTZ et al., 2016), requer a integração de informações obtidas por diferentes métodos e fontes, buscando compreender o funcionamento global da criança e de sua rede de relações. Com base nos autores, marque a alternativa INCORRETA.
A entrevista com pais e cuidadores é uma etapa fundamental, permitindo reconstituir aspectos do desenvolvimento inicial e identificar sinais precoces de alteração da comunicação e da reciprocidade social.
A observação direta da criança em situações estruturadas e livres é indispensável para identificar padrões de reciprocidade social e comportamentos repetitivos característicos.
A elaboração diagnóstica deve resultar da integração entre observação clínica, entrevistas e instrumentos padronizados, permitindo o diagnóstico diferencial e a formulação de hipóteses de intervenção.
A investigação dos déficits cognitivos constitui o eixo nuclear do psicodiagnóstico do TEA, por se tratar do componente mais estável e discriminativo na diferenciação entre autismo e outros transtornos do neurodesenvolvimento.