No capítulo intitulado “A saúde mental na rede pública: impasses e desafios enfrentados pelo CAPS no percurso pela
desinstitucionalização”, Rosa (2003) escreve: “o fato é que a pretensão de detonar um processo de
desinstitucionalização não se garante pela simples criação de um serviço aberto e mais humanitário do que aquele
que se esconde por detrás dos muros do Hospital Psiquiátrico. A tarefa é mais complexa e trata‐se, de fato, de
transformar concepções e relações (p. 316)”. Sobre o processo de desinstitucionalização, é INCORRETO afirmar que
A
deixa de se ter uma ruptura com os princípios que sustentaram durante décadas os tratamentos hospitalocêntricos.
B
o ponto central a ser atacado é o modelo sintomatológico, que toma como foco de tratamento a doença e não o
sujeito.
C
busca a desconstrução da medicação como única forma de tratamento pela construção de outras relações que
possam surgir e criar.
D
é um compromisso com a superação da condição de exclusão a que os indivíduos com sofrimento psíquico foram
submetidos historicamente.