Questões de Concurso sobre Conceitos básicos, Paradigmas teóricos e aspectos históricos.

 
 
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A dimensão regional da inserção internacional do Brasil tem função apenas instrumental na busca de acréscimo de poder no jogo global desejado, historicamente, pelo gestores do Estado nacional.


C
Certo

E
Errado

A produção acadêmica brasileira de relações internacionais é precária devido à ausência de autores nacionais que tenham produzido obras e manuais para a formação de recursos humanos sensíveis ao ambiente global e aos desafios da inserção internacional do Brasil.


C
Certo

E
Errado

O pacto da Sociedade das Nações nasceu de uma idéia remota de solução pacífica de controvérsias e de cooperação internacional, porém, ao ser incluído nos 14 pontos de Wilson, ganhou visibilidade política.


C
Certo

E
Errado

O desenvolvimentismo, o nacionalismo e a idéia de articulação de alguma capacidade decisória com certa autonomia são matrizes do pensamento político nacional que, em alguma medida, contribuíram para a formação de concepções intelectuais e para a construção de arquétipos e de paradigmas em relações internacionais no Brasil.


C
Certo

E
Errado

Uma das questões mais discutidas hoje é acerca da incapacidade do Estado nacional de regular a vida coletiva. Pode-se citar como prova dessa dificuldade:


A

o surgimento de novos modelos totalitários na Ásia, África e América Latina;


B

a maior circulação de capitais;


C

o arrefecimento dos movimentos populares;


D

a maior disponibilidade de informações disponíveis aos indivíduos nacionais;


E

a diminuição de legislações nacionais acerca de tecnologia.

A dimensão logística do Estado, paradigma crescente e relevante para o entendimento das políticas exteriores de países emergentes como o Brasil, revive o nacionaldesenvolvimentismo do passado.


C
Certo

E
Errado

O sistema de Estados modernos emergiu nas relações internacionais por meio da combinação entre o rápido crescimento industrial, a emergência de estruturas estatais e administrativas bem organizadas, a consolidação dos Estados nacionais e as mudanças na tecnologia e na organização militares.


C
Certo

E
Errado

O caráter supletivo do setor externo conferiu ao Brasil uma inserção internacional acanhada a longo prazo e de baixa adequação ao peso relativo do país na sociedade internacional.


C
Certo

E
Errado

A atuação das unidades de relações internacionais no interior de diferentes organizações do Estado nacional permite ampliar a geração de políticas com sensibilidade e vinculações internacionais com instrumentos de negociação externa clássicos, como a diplomacia.


C
Certo

E
Errado

A balança de poder contemporânea, pouco favorável a processos de integração econômica, vem privilegiando temas voltados para regimes internacionais que enquadram a dimensão social das relações internacionais.


C
Certo

E
Errado

Como regra, a opinião pública está alheia aos temas de política internacional em todo o mundo e, por isso, a política externa dos grandes Estados está a cargo exclusivamente dos chefes da diplomacia.


C
Certo

E
Errado

As guerras mundiais do século XX foram essencialmente européias, mas acabaram por envolver outras regiões e interesses de outros povos, além daqueles que lhes deram origem na própria Europa.


C
Certo

E
Errado

A política exterior é instrumento relevante para Estados e governos e afeta o destino de seus povos, pois mantém a paz ou faz a guerra, administra conflitos e cooperações, estabelece resultados de crescimento e desenvolvimento ou de atraso e dependência.


C
Certo

E
Errado

A estrutura do Breve Século XX parece uma espécie de tríptico ou sanduíche histórico. A uma era de catástrofe, que se estendeu de 1914 até depois da Segunda Guerra Mundial, seguiram-se cerca de 25 ou 30 anos de extraordinário crescimento econômico e de transformação social, anos que provavelmente mudaram de maneira mais profunda a sociedade humana que qualquer outro período de brevidade comparável. Retrospectivamente, podemos ver esse período como uma espécie de era de ouro, e assim ele foi visto quase imediatamente depois que acabou, no início da década de 70. A última parte do século foi uma nova era de decomposição, incerteza e crise — e, com efeito, para grandes áreas do mundo, como a África, a ex-URSS e as partes anteriormente socialistas da Europa, de catástrofe. À medida que a década de 80 dava lugar à de 90, o estado de espírito dos que refletiam sobre o passado e o futuro do século era de crescente melancolia fin-de-siècle. Visto do privilegiado ponto de vista da década de 90, o Breve Século XX passou por uma curta era de ouro, entre uma crise e outra, e entrou em futuro desconhecido e problemático, mas não necessariamente apocalíptico.


Eric Hobsbawm. Era dos extremos – O breve século XX (1914–1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 15–6 (com adaptações).


Em face das informações apresentadas no texto acima e considerando aspectos históricos marcantes do século XX, contingenciadores da política internacional praticada no período, julgue os itens seguintes.



Em 1973, a guerra entre árabes e judeus é um dos símbolos do fim da " era de ouro". Sofrendo os efeitos da desvalorização do dólar decidida em 1971 (governo Nixon) e ante o apoio norte-americano a Israel, os países árabes quintuplicam o preço do barril de petróleo, o que gera efeitos devastadores nas economias ocidentais.


C

Certo


E

Errado

A estrutura do Breve Século XX parece uma espécie de tríptico ou sanduíche histórico. A uma era de catástrofe, que se estendeu de 1914 até depois da Segunda Guerra Mundial, seguiram-se cerca de 25 ou 30 anos de extraordinário crescimento econômico e de transformação social, anos que provavelmente mudaram de maneira mais profunda a sociedade humana que qualquer outro período de brevidade comparável. Retrospectivamente, podemos ver esse período como uma espécie de era de ouro, e assim ele foi visto quase imediatamente depois que acabou, no início da década de 70. A última parte do século foi uma nova era de decomposição, incerteza e crise — e, com efeito, para grandes áreas do mundo, como a África, a ex-URSS e as partes anteriormente socialistas da Europa, de catástrofe. À medida que a década de 80 dava lugar à de 90, o estado de espírito dos que refletiam sobre o passado e o futuro do século era de crescente melancolia fin-de-siècle. Visto do privilegiado ponto de vista da década de 90, o Breve Século XX passou por uma curta era de ouro, entre uma crise e outra, e entrou em futuro desconhecido e problemático, mas não necessariamente apocalíptico.


Eric Hobsbawm. Era dos extremos – O breve século XX (1914–1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 15–6 (com adaptações).


Em face das informações apresentadas no texto acima e considerando aspectos históricos marcantes do século XX, contingenciadores da política internacional praticada no período, julgue os itens seguintes.



Em uma economia que se globaliza rapidamente, a formação de blocos regionais é justificada como caminho adequado à melhor inserção internacional de seus integrantes. Nessa perspectiva, a União Européia, criada já como mercado comum pelo Tratado de Roma, de 1957, é o melhor exemplo de integração rápida, abrangente e completa que se conhece.


C

Certo


E

Errado

A estrutura do Breve Século XX parece uma espécie de tríptico ou sanduíche histórico. A uma era de catástrofe, que se estendeu de 1914 até depois da Segunda Guerra Mundial, seguiram-se cerca de 25 ou 30 anos de extraordinário crescimento econômico e de transformação social, anos que provavelmente mudaram de maneira mais profunda a sociedade humana que qualquer outro período de brevidade comparável. Retrospectivamente, podemos ver esse período como uma espécie de era de ouro, e assim ele foi visto quase imediatamente depois que acabou, no início da década de 70. A última parte do século foi uma nova era de decomposição, incerteza e crise — e, com efeito, para grandes áreas do mundo, como a África, a ex-URSS e as partes anteriormente socialistas da Europa, de catástrofe. À medida que a década de 80 dava lugar à de 90, o estado de espírito dos que refletiam sobre o passado e o futuro do século era de crescente melancolia fin-de-siècle. Visto do privilegiado ponto de vista da década de 90, o Breve Século XX passou por uma curta era de ouro, entre uma crise e outra, e entrou em futuro desconhecido e problemático, mas não necessariamente apocalíptico.


Eric Hobsbawm. Era dos extremos – O breve século XX (1914–1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 15–6 (com adaptações).


Em face das informações apresentadas no texto acima e considerando aspectos históricos marcantes do século XX, contingenciadores da política internacional praticada no período, julgue os itens seguintes.



Em 1944, representantes de 44 países — entre os quais o Brasil — reuniram-se em Bretton Woods com o objetivo de criar mecanismos que livrassem o mundo de crises globais, a exemplo da decorrente da Primeira Guerra e, em especial, da Grande Depressão dos anos 30.


C

Certo


E

Errado

   
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