Embora haja consenso no Serviço Social de que a diversidade
de arranjos familiares está intrinsecamente
condicionada às transformações societárias contemporâneas,
o padrão de funcionalidade esperado da família,
por parcela de profissionais, continua calcado em postulações
culturais tradicionais referentes aos papéis paterno
e, principalmente, materno. Entrementes, há também
concordância no Serviço Social de que a família não se
constitui apenas uma construção privada, mas também
pública, na medida em que