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A atuação do Assistente Social na área da saúde tem sido cada dia mais demandada, requerendo apropriações no interior da dinâmica do trabalho coletivo. Para Costa (2000), o processo de cooperação assegura a dinâmica do trabalho coletivo na área da saúde. Nesse sentido, a cooperação pode ser definida como:
Capacidade de interação de forma generalizada da inserção do trabalho dos(as) assistentes sociais no processo de trabalho, no âmbito privado da atuação profissional.
A capacidade de interagir as funções positivas e funcionais na esfera dos serviços, bem como a articulação entre questões de uso privado do Serviço Social.
O conjunto das operações coletivas de trabalho que garantem uma determinada lógica de organização e funcionamento dos serviços públicos de saúde, e que envolve atividades especializadas, saberes e habilidades que mobilizam, articulam e põem em movimento unidades de serviços tecnologias, equipamentos e procedimentos operacionais.
O conjunto de metas e serviços organizados cartesianamente e que se fundam numa inter-relação profissional intensa, constituindo-se em um processo de “interseção restrita” como forma de promoção do processo de trabalho.