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No tocante aos Cuidados Paliativos, segundo Andrade (2008), todas as alternativas estão corretas, EXCETO:
Cuidar paliativamente de alguém, em nosso entender, seja em hospitais (ambulatório e enfermaria), seja no domicílio, requer prioritariamente um trabalho interdisciplinar, trabalho este que prima pela complementação dos saberes, partilhamentos de responsabilidades, tarefas e cuidados e negação da simples sobreposição entre as áreas envolvidas;
Questões religiosas e crenças não devem serem abordadas e consideradas pela equipe na avaliação sobre o local onde ocorrerá o óbito;
O significado da morte para os familiares, o quadro clínico do paciente, a organização da família e as questões burocráticas devem ser bem avaliados pela equipe em conjunto com a família;
Os denominados Cuidados Paliativos alcançam nos dias atuais o "status" que sempre buscaram obter, seja na preocupação cada vez mais presente entre os profissionais da área da saúde, seja no respeito obtido entre os diferentes setores da sociedade, seja na busca ativa da população;
Cada família e paciente devem ser vistos como únicos e terem suas necessidades atendidas da forma mais adequada possível, tendo-se claro que nem sempre essas necessidades são condizentes com as da equipe de atendimento.