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Na saúde, a crítica ao projeto hegemônico da profissão passa pela reatualização do discurso da cisão entre o estudo teórico e a intervenção, pela descrença da possibilidade da existência de políticas públicas e, sobretudo, na suposta necessidade da construção de um saber específico na área da saúde. Conforme Bravo (2009), assinale a alternativa INCORRETA sobre o assunto.
Existe na categoria segmentos de profissionais que, ao realizarem a formação em saúde pública, passam a não se identificar mais como assistentes sociais, mas como sanitaristas.
Há uma tendência, no exercício profissional, de um privilegiamento da intervenção no âmbito das tensões produzidas subjetivamente pelos sujeitos, que tem sido autodenominada pelos seus executores como Serviço Social Clínico.
Percebe-se gradativamente o discurso da necessidade da criação de entidades ou da realização de fóruns de capacitação e debates dedicados a importância da produção do conhecimento sobre o Serviço Social nas diferentes áreas de especialização da prática social.
A construção de um saber específico na área da saúde caminha tanto para a negação da formação original em Serviço Social ou deslancha para um trato exclusivo de estudos na perspectiva da divisão clássica da prática médica.