

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Para Mioto (2015), pensar a centralidade da família na política de Assistência Social, visando à superação da focalização em segmentos ou situações de risco, requer o conhecimento de diferentes perspectivas analíticas sobre o lugar que a família pode ocupar no âmbito das políticas sociais. Sobre a temática, assinale a alternativa INCORRETA.
A família, independentemente das formas ou modelos que assume, ainda é o espaço privilegiado na história da humanidade em que aprendemos a ser e a conviver.
As transformações da família estão intrínseca e dialeticamente condicionadas às transformações societárias contemporâneas, a saber, às transformações econômicas e sociais, às transformações de hábitos e costumes e ao avanço da ciência e da tecnologia.
A família é uma sociedade natural e sujeito econômico de mercado. As ações públicas devem acontecer sob a forma de compensação quando falirem no provimento de condições de sobrevivência, de suporte afetivo e de socialização de seus membros. Assim sendo, existe uma estrutura ideal de família (pai-mãe-filhos) para que as obrigações familiares estejam naturalizadas e sejam cumpridas.
O reconhecimento da importância da família no contexto da vida social está explícito no Art. 226 da Constituição Federal do Brasil, que declara que “a família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado”, endossando assim o Art. 16 da Declaração dos Direitos Humanos, que toma a família como sendo o núcleo natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção da sociedade e do Estado.
A família é mediadora das relações entre os sujeitos e a coletividade, mediando continuamente os deslocamentos dos limites entre o público e o privado, e geradora de formas comunitárias de vida.