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Loureiro, Russo e Nucci (2021), partindo de um olhar antropológico, ao analisarem os discursos biomédicos sobre ‘grupos de risco’ à COVID-19, focando os casos das mulheres gestantes e puérperas, argumentam que são evocados três sentidos de risco. São eles:
A falta de acesso aos serviços de pré-natal e puericultura durante a pandemia; a noção de contágio; a vulnerabilidade do corpo feminino.
A noção de contágio; a especificidade das gestantes adolescentes e acima de 40 anos; a alta incidência de COVID-19 nesta população.
Alta incidência de COVID-19 nesta população; a mortalidade materna, especialmente das mulheres negras e de baixa renda; o controle sobre o corpo feminino.
Elementos socioculturais; alto contágio entre gestantes e puérperas; a vulnerabilidade do corpo feminino.
A vulnerabilidade dos corpos de mulheres grávidas e puérperas; a noção de contágio; e o problema da mortalidade materna.