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Para Bravo e Matos (2006), pensar uma atuação crítica do Serviço Social na área da saúde deve considerar:
Estruturar fórmulas prontas na construção de um projeto democrático e defender que este deve ser exclusividade apenas de uma categoria profissional.
Elaborar e participar de projetos de educação permanente, buscar assessoria técnica e sistematizar o trabalho desenvolvido, sem a necessidade de acompanhar investigações sobre temáticas relacionadas à saúde.
Tentar construir e/ou efetivar, conjuntamente com outros(as) trabalhadores(as) da Assistência Social, espaços nas unidades que garantam a participação popular e dos funcionários nas decisões a serem tomadas.
Domínio de teorias que abordam o campo psi ou sobre doenças para a compreensão dos aspectos sociais, econômicos, culturais que interferem no processo saúde-doença, distanciando-se assim do cotidiano de trabalho profissional.
Facilitar o acesso de todo e qualquer usuário(a) aos serviços de saúde da instituição, bem como, de forma compromissada e criativa, não submeter a operacionalização de seu trabalho aos rearranjos propostos pelos governos que descaracterizam a proposta original do SUS de direito, ou seja, contido no projeto de Reforma Sanitária.