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Para Braga (2019), a perspectiva da desinstitucionalização é considerada eixo organizador da política nacional de saúde mental brasileira em vigor nos anos de reforma psiquiátrica. Sobre a temática da Reforma Psiquiátrica no Brasil, assinale a alternativa INCORRETA.
Na prática cotidiana realizada em cada um dos serviços substitutivos que compõem a rede de atenção psicossocial e na relação entre esses serviços é possível sustentar a produção de cuidado e construir a cidadania nos contextos e cenários reais de vida.
A criação de ambulatórios, pode fortalecer a lógica territorial de atenção, reafirmando os serviços substitutivos territoriais o papel central de tomada de responsabilidade pelas ações de saúde mental de um território e pela atenção global da pessoa.
A ruptura inaugural em relação às bases do saber psiquiátrico e à prática realizada em manicômios, com a compreensão de que era fundamental romper com a instituição psiquiátrica em si, o que inclui seus aparatos científicos, assistenciais, relacionais, administrativos, legislativos e culturais, ocorreu no contexto italiano de desinstitucionalização.
A reintrodução dos hospitais psiquiátricos como parte da rede de atenção psicossocial, a aposta em lógicas ambulatoriais de atenção que rompem com o trabalho nos territórios e o incentivo massivo a comunidades terapêuticas, transmite uma mensagem, a de que a lógica da política nacional de saúde mental mudou, não sendo mais a desinstitucionalização seu eixo organizador.