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Da articulação entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e o Sistema Único de Assistência Social (Suas): diretrizes nacionais para a promoção do cuidado integral e da proteção social às pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social vivendo com HIV, aids, tuberculose, hepatites virais, sífilis e hanseníase. Os(as) profissionais do Suas, devem buscar favorecer o vínculo junto ao público e ampliar a capacidade de identificação de possíveis barreiras para o acesso das pessoas ao diagnóstico precoce, com maior corresponsabilização pelo cuidado, aumentando, assim, a chance de adesão e conclusão do tratamento. Assim sendo, esses profissionais podem, EXCETO:
Identificar, encaminhar e acompanhar, de forma compartilhada com os serviços de saúde, as pessoas em situação de vulnerabilidade social com sinais e sintomas de HIV, aids, tuberculose, hepatites virais, sífilis e hanseníase e/ou vulneráveis à sífilis congênita, realizando o devido registro, no prontuário ou no plano de acompanhamento, quando autorizado pelo(a) usuário(a) e considerando o caráter sigiloso da informação.
Receber com dignidade e promover a escuta qualificada da pessoa com base nas seguranças socioassistenciais: acolhimento, convivência familiar e /
Questionar e considerar a possibilidade de adoecimento por HIV, aids, tuberculose, hepatites virais, sífilis e hanseníase durante o acompanhamento realizado junto ao público, a partir do estabelecido conjuntamente com o(a) usuário(a) no Plano Individual de Atendimento (PIA) e/ou no Plano de Acompanhamento Familiar (PAF), registrando essa informação – observada a autorização supramencionada em relação ao registro – quando do encaminhamento da pessoa aos serviços de saúde para investigar o diagnóstico.
Quando necessário, promover, nos espaços de participação e controle social, debates para a pactuação das ações que envolvam os serviços socioassistenciais.
Divulgar informações, modos de prevenção, tratamento medicamentoso e alternativo adequado, e discutir com a comunidade e usuários(as) dos serviços os mitos envolvendo o HIV, a aids, a tuberculose, as hepatites virais, a sífilis e a hanseníase, buscando reduzir o estigma associado a essas infecções e valorizar a importância do registro da denúncia de situações discriminatórias.