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O debate acerca da atuação do assistente social na política de educação tem sido feito com base numa concepção crítica dessa política. Sob essa ótica, a educação é compreendida como constitutiva da vida social e como um processo que desempenha uma função social importante na dinâmica da reprodução social, razão pela qual a educação está imersa em contradições que particularizam a vida numa sociedade de classe. Desse modo, no debate da categoria profissional de assistentes sociais e na produção teórica da área de serviço social, a educação é compreendida como um espaço tensionado que
constitui um direito social e, assim sendo, não se dissocia dos direitos humanos ao mesmo tempo em que assegura a classe trabalhadora a formação da autoconsciência que supera as desigualdades sociais.
pode ser compreendido como atividade humana que depende da universalização do trabalho ao mesmo tempo em que prescinde da educação escolarizada como atividade autorrealizadora do homem.
constitui um campo de embates de projetos educacionais distintos ao mesmo tempo em que é uma condição para assegurar a classe trabalhadora modos autônomos de pensar e agir.
contribui para a internalização de consensos necessários à reprodução do capital ao mesmo tempo em que cria possibilidades de construção de uma educação emancipadora.