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A leishmaniose visceral canina é uma zoonose de importância para a saúde pública, por ser endêmica em muitas regiões do Brasil e causar impacto na vida das pessoas acometidas e no sistema de saúde. Os cães são os principais reservatórios da Leishmania (L.) infantum, e o flobotominio Lutzomia longipalpis é o vetor responsável pela transmissão. O diagnóstico da leishmaniose no cão é fundamental para que medidas de controle e prevenção sejam instauradas, visando a proteção de vidas humanas e animais.
Em relação aos métodos de diagnósticos da leishmaniose visceral canina, marque a alternativa CORRETA:
O método parasitológico possui alta especificidade e sensibilidade variável de acordo com o grau de parasitemia.
Oficialmente, a reação de imunofluorescência indireta (RIFI) é utilizada como um teste de triagem.
O ensaio imunoenzimático (ELISA) é utilizado como teste confirmatório por identificar o DNA do parasita.
O teste imunocromatográfico TR DPP® possui baixa sensibilidade e alta especificidade, por ser um método molecular.