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As Boas Práticas Animais (BPA) preconizam uma série de recomendações que buscam, dentre outros fatores, o desenvolvimento e o manejo do animal, atendendo a parâmetros legais. Para assegurar a ausência de desconforto são imbuídas avaliações, como local apropriado e área de descanso confortável, fazendo com que as instalações e edificações não sejam excessivamente quentes ou frias. Atualmente, o uso de ferramentas computacionais, tanto para o controle da propriedade quanto para comparações regionais, nacionais e internacionais vem se tornando regras para gerir e beneficiar os animais e a propriedade. Sobre o bem-estar de suínos, assinale a afirmativa INCORRETA.
De acordo com o Decreto-Lei nº 135/2003, todos os suínos devem ser inspecionados pelo proprietário ou tratador, pelo menos uma vez por dia, para que se possa verificar o seu estado de bem-estar.
Quanto ao controle sanitário, um programa quarentenário de biosseguridade das granjas possui como procedimentos: controle de vetores, desinfecção e vazio das instalações à saída de cada lote, protocolo de vacinação específico para cada granja e região, monitoramento sanitário periódico na granja e no abate, medicação controlada na ração ou na água, evitando, assim, resistência dos patógenos ou contaminação da carne.
O melhoramento genético preza pela melhoria da qualidade do produto e bem-estar animal; assim, a genética das linhagens das raças Large White, Landrace, Duroc, Hampshire e Pietrain, principalmente desenvolvidas por empresas transnacionais em granjas-núcleo e multiplicadoras para produção de matrizes e reprodutores híbridos,se destina à reposição dos plantéis comerciais, visando à eficiência de crescimento e conversão alimentar e à alta proporção de carne na carcaça dos leitões.
As instalações para suínos no país se preza pelo confinamento em galpões abertos, unilateralmente, com piso emborrachado com ralos parcialmente abertos para escoamento dos dejetos, a fim de evitar proliferação bacteriana. As gaiolas comuns são usadas para femêas; as individuais para as fêmeas em estado de doenças infecciosas. Os varões e os leitões em creche, crescimento e terminação usam baias individuais. Para leitoas de reposição e porcas recém-desmamadas, são usados bebedouros comerciais tipo chupeta; para as demais categorias de leitões e porcas em lactação e leitões lactentes são utilizados bebedouros tipo taça.