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O atendimento de aves silvestres na rotina clínica pode ser bastante desafiador em função das inúmeras espécies criadas, suas diferenças comportamentais, fisiológicas e anatômicas, além das distintas exigências nutricionais que requerem profundo conhecimento técnico. Ademais, os sinais clínicos associados aos diferentes agentes tendem a se apresentar de forma inespecífica, bem como muitas vezes serem sutis. Algumas alterações comportamentais podem indicar o início do estabelecimento de algumas enfermidades. Sobre algumas alterações físicas ou comportamentais que podem indicar sinal de doença em aves, é correto afirmar que:
A síndrome do autobicamento em aves é predominantemente de origem comportamental.
A presença de linhas de estresse nas penas são sinais indicativos de quadros de anemia.
A diminuição da movimentação da cauda é um dos comportamentos associados a quadros respiratórios graves.
A doença do acúmulo de ferro é caracterizada por paraqueratose dos membros posteriores.
O crescimento excessivo da maxila e hiperqueratose da ponta do bico podem estar associados a hepatopatias em psitacídeos.