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O sistema mamário de uma vaca é responsável por transformar os nutrientes que ela ingere em leite, armazená-lo no úbere e, posteriormente, ser drenado através da ordenha ou com a mamada do bezerro. Para que a glândula saia do estado não secretor para secretor, diversas mudanças são necessárias tanto do ponto de vista fisiológico quanto histológico e bioquímico. São considerados fatores que interferem na produção leiteira, EXCETO:
A insulina possui receptores no tecido mamário, onde parece influenciar a mitose e o melhor uso da glicose pelo tecido.
O hormônio do crescimento (GH) e a prolactina (PRL) atuam no tecido mamário sob ação dos esteroides ovarianos. A PRL atua melhor no desenvolvimento lóbulo alveolar e o GH age sobre o sistema canalicular.
O cortisol no final da gestação sofre um grande aumento, onde influenciará o crescimento da glândula mamária. Por este motivo, o cortisol liberado durante o estresse contribui para maior descida do leite durante a ordenha.
Como as células epiteliais são responsáveis pela produção dos principais constituintes do leite (como gordura, proteína e lactose), em 95% dos casos de mastite a infecção bacteriana está relacionada com a invasão e destruição destas células.
Um dia antes do parto, a PGF2α aumenta sua concentração sérica, proporcionando a lise do corpo lúteo. Em consequência, ocorre uma queda na liberação de progesterona. Esse processo desencadeia uma produção exacerbada de estradiol, prolactina e somatotrofina, o que resulta em um melhor direcionamento dos nutrientes para a glândula mamária.