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Nas ações de controle, para áreas com circulação das variantes do vírus rábico de cães e gatos (AgV1 ou AgV2), é CORRETO afirmar que:
Que monitorar a circulação viral e a determinação periódica das áreas de risco, não é mais preciso, visto que já se perdeu o controle dos casos.
Que a vacinação antirrábica, em massa, de cães e gatos (domiciliados e não domiciliados) não se torna necessária nem eficaz nessa situação.
Que não é necessário realizar bloqueio de foco, mesmo diante de caso de raiva humana ou de raiva em cão, gato, mas somente para animais silvestres, na área de foco.
Nesse caso não é mais importante que sejam aplicadas medidas de educação em saúde, focando a gravidade da doença, o cuidado com cães soltos e livres nas ruas (e a necessidade de manter o seu cão domiciliado), ferimentos causados por cão e gato e vacinação dos animais, pois já se tem casos ativos na região.
Animal com diagnóstico clínico ou laboratorial positivo para raiva: deve-se realizar a investigação epidemiológica, o controle e o bloqueio de foco de cães e/ou gatos e posteriormente, é necessário fazer uma avaliação de risco.