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A degeneração mixomatosa valvar é a cardiopatia adquirida mais comum em cães, perfazendo ao redor de 40% do total de cardiopatias nessa espécie, podendo não provocar sintomas por anos, sendo que alguns cães podem não desenvolver sinais de insuficiência cardíaca. No entanto, em casos onde ocorre a insuficiência sintomática, os eventos fisiopatológicos que podem ser observados são
diminuição das pressões pulmonares (arterial e venosa), compressão de brônquio principal, o que, associado ao edema pulmonar, resulta em tosse e aumento do volume ventricular sistólico, o que acarreta maior volume de sangue no pulmão, contribuindo para a formação do edema.
edema pulmonar fulminante, devido ao aumento do volume ventricular sistólico, arritmias que podem resultar em fraqueza e síncopes, tosse associada ao edema pulmonar.
sopro holossistólico com grau variando entre I e IV, sendo esse geralmente o primeiro achado em cães com insuficiência de mitral, edema pulmonar e aumento da pressão arterial e venosa pulmonar.
sons pulmonares normais, mesmo nos casos com edema pulmonar agudo, sopro diastólico em válvula tricúspede, nos casos de insuficiência direita e mucosas cianóticas.
distensão venosa jugular em casos graves, diminuição das pressões pulmonares (arterial e venosa), edema pulmonar agudo associado à tosse.