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A síndrome choque é caracterizada por redução na perfusão com importante diminuição na oferta de oxigênio para as células e tecidos. Diante da fisiopatogenia do choque e das indicações de tratamento, sabe-se que:
no choque hemorrágico, ocorre vasodilatação periférica com objetivo de garantir o fluxo sanguíneo em níveis adequados aos tecidos.
no choque hipovolêmico não hemorrágico, a solução salina a 0,9% NaCl é a primeira escolha de cristaloide para as correções de hipotensão e acidose metabólica.
no choque cardiogênico com hipotensão decorrente da endocardiose de valva mitral, recomenda-se fluidoterapia com cristaloide, na taxa de infusão de 30 a 90mL/kg/hr.
no choque séptico, o lactato sérico deve ser mensurado com o objetivo de reduzir a concentração sanguínea nas primeiras 24-48 horas de tratamento.