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A dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável que primariamente está associada a dano tecidual presente. Ela é única e individual, modificada pelo conhecimento prévio de um dano que pode ser existente ou presumido, e a inabilidade de comunicação verbal dos animais não exclui a possibilidade da presença da dor. É importante saber avaliar o grau de dor do paciente e saber classificá-la. Nesse contexto podemos afirmar que:
Dor aguda: É considerada dor aguda aquela resultante de lesão traumática, cirúrgica ou infecciosa que surge repentinamente e que tem duração limitada. Acompanha diferentes estados patológicos e está presente em quase todos os indivíduos após intervenções cirúrgicas. A dor aguda é um sinal de alarme e defesa do organismo, possui função fisiológica e normalmente responde à terapia analgésica.
Dor aguda: inclui tanto a diminuição do limiar à dor quanto o aumento da resposta dolorosa. Estados patológicos como neoplasias, osteoartrites ou discopatias podem resultar em dor aguda, mas outros fatores de risco estão descritos (dor não controlada no pós-operatório, dor de alta intensidade, técnica cirúrgica altamente invasiva).
Dor aguda: Dor que persiste por longos períodos (três a seis meses de dor contínua) ou que recorre depois de lesão ou trauma tecidual, mesmo após a completa recuperação da lesão. A dor aguda é considerada uma síndrome e não tem função protetora, diferente da dor crônica. Estados patológicos como neoplasias, osteoartrites ou discopatias podem resultar em dor aguda, mas outros fatores de risco estão descritos (dor não controlada no pós-operatório, dor de alta intensidade, técnica cirúrgica altamente invasiva).
Dor aguda: é uma condição neurológica causada como consequência direta de lesão ou injúria afetando o sistema somatossensorial - cérebro, nervos cranianos, raízes dorsais, encéfalo (vias sensitivas, núcleos sensitivos, tálamo, córtex sensitivo) ou medula espinhal.