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As doenças infecciosas em cães e gatos, comumente causadas por vírus, bactérias, fungos ou parasitas, podem se manifestar de várias formas. Esses agentes conseguem invadir e se multiplicar no organismo do animal, causando uma série de sintomas que variam de acordo com a especificidade de cada doença. As vacinas têm sido um dos pilares da saúde pública, contribuindo para a erradicação e controle de várias doenças infecciosas. Sobre o controle das doenças infecciosas através da vacinação, é incorreto o que se afirma em:
O VGG (Vaccination Guidelines Group) através dos guidelines tem o intuito de atualizar os profissionais sobre as recentes descobertas científicas e as práticas mais eficazes na vacinação de pequenos animais, visando imunizar o maior número de indivíduos, minimizando reações adversas e mantendo a imunoprofilaxia eficiente.
Em regiões onde a raiva é endêmica, como por exemplo o Brasil, a vacinação contra esse vírus deve ser considerada essencial, respeitando a legislação do país.
As vacinas podem conter um ou mais antígenos, tendo um impacto significativo na qualidade de vida dos animais de estimação em muitos países, proporcionando uma imunidade de longa duração.
As vacinas essenciais ou obrigatórias são aquelas que devem ser administradas a todos os cães, independentemente de sua situação ou localização geográfica e oferecem proteção contra doenças graves e potencialmente letais com distribuição global. Estas incluem imunização contra o vírus da cinomose canina (CDV), o adenovírus canino (CAV) e as variantes da leptospirose tipo 4.
Algumas vacinas são classificadas como não recomendadas, devido à ausência de evidência científica para respaldar seu uso, como por exemplo a vacina contra coronavírus entérico (CCoV entérico) e Giardia spp.