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O escorpião-amarelo (Tityus serrulatus), de reprodução partenogenética e alta importância em saúde pública, representa um desafio no controle de animais peçonhentos.
Em relação ao manejo e controle, é correto afirmar:
o escorpião-amarelo não é considerado uma praga, mas sim um animal silvestre, sendo proibida sua remoção ou manejo pela autoridade sanitária municipal sem a devida autorização do IBAMA.
a principal estratégia de prevenção é o controle biológico, através da introdução de predadores naturais como as galinhas e os sapos em áreas infestadas.
a única medida biológica eficaz de controle é o tratamento da água em áreas de risco, pois o escorpião necessita de corpos d’água para a sua reprodução e dispersão.
o controle químico (uso de inseticidas) é a medida eficaz e recomendada pelas autoridades sanitárias para a eliminação direta das colônias de T. serrulatus no ambiente peridomiciliar.
o manejo deve ser primariamente ambiental, focado na eliminação de abrigos (entulhos, lixo, telhas) e no controle de baratas, que são o alimento preferido do escorpião.