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Um cão dálmata, 4 anos, castrado, é atendido para consulta...

Um cão dálmata, 4 anos, castrado, é atendido para consulta de rotina. Ao exame físico, apresenta escore de condição corporal 8/9, acúmulo evidente de gordura abdominal e torácica, intolerância ao exercício e histórico de dieta hipercalórica associada ao sedentarismo.


Considerando a obesidade canina, é correto afirmar que


A

representa principalmente uma alteração estética, não estando associada a impactos clínicos relevantes quando os parâmetros laboratoriais se encontram dentro da normalidade.


B

está associada ao aumento do risco de afecções ortopédicas, metabólicas e endócrinas, além de redução da expectativa e da qualidade de vida.


C

a etiologia é predominantemente genética, ocorrendo de forma independente do manejo nutricional, do nível de atividade física e do ambiente.


D

o manejo terapêutico deve basear-se prioritariamente no uso de fármacos anorexígenos associados a dietas alternativas, como a alimentação crua, com papel secundário do controle calórico.


E

os cães obesos apresentam menor risco anestésico quando comparados a cães com escore de condição corporal ideal, o que pode representar uma vantagem clínica em procedimentos cirúrgicos.