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Uma gata com quatro kg de peso vivo (p.v.) precisa ser medicada com 5 mg/Kg p.v. de um produto injetável que está formulado na concentração de 10%. Quantos mililitros do fármaco deverão ser injetados no animal?
0,002.
0,02.
0,2.
2.
20.
Quanto à intoxicação por uréia, é INCORRETO afirmar:
O tratamento nos casos de intoxicação pela ureia tem como objetivo reduzir o pH no ambiente ruminal e impedir a absorção excessiva da amônia liberada.
Utiliza-se o fornecimento, via oral, de 2 a 4 litros de solução de acido acético ou de vinagre a 10% e dependendo da sintomatologia apresentada, esse procedimento deve ser repetido 12 horas após a primeira administração.
Em situações em que os produtos para desintoxicação não estejam disponíveis, deve-se fornecer de 20 a 30 litros de água fria, para dificultar a absorção, reduzir a atividade microbiana (menor quando a temperatura ruminal esta baixa), bem como diluir a amônia presente no rúmen.
Animais em casos mais graves de intoxicação apresentam-se prostrados, com quadros de tetania ou convulsão e raramente respondem ao tratamento. Nesses casos, a morte pode ocorrer rapidamente.
O tratamento com ácido acético em concentrações superiores a 10% não é recomendado, porque causa lesões no esôfago do animal.
Em relação às ectoparasitoses que influenciam a qualidade e a quantidade lã dos ovinos, encontra-se a sarna psoróptica, causada pelo Psoroptes ovis. Em relação à essa doença, considere as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Essa é a sarna mais frequente em ovinos não somente no Brasil, mas em diferentes partes do mundo em que a criação dessa espécie animal é expressiva.
( ) Na fase aguda da doença, observa-se prurido, inquietação, emagrecimento e áreas de alopecia.
( ) A infestação por P. ovis não induz imunidade contra reinfestações.
( ) Fêmeas próximas ao parto e cordeiros com menos de um mês não devem receber tratamento contra a sarna.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – V - F.
V – F – V – F.
V – V – V – V.
F – F – F – F.
F – V – F – V.
A actinobacilose é uma enfermidade infecciosa, porém não contagiosa, geralmente crônica, causada por Actinobacillus sp., e apresenta-se como inflamação piogranulomatosa dos tecidos e cadeia linfática da cabeça e pescoço. Ocorre em todo mundo de forma esporádica, acometendo habitualmente bovinos e com menos frequência ovinos, equinos, suínos e caprinos. O agente responsável por causar a doença em ruminantes é o Acinobacillus lignieressi, cocobacilo gram-negativo que existe normalmente na cavidade bucal e no rumem desses animais. O tratamento consiste na administração de antibióticos e solução de iodeto de potássio ou de sódio até o aparecimento dos sinais de iodismo, que são:
Excitação muscular, fotofobia e disfagia.
Opacidade da córnea, excitação nervosa e oligoespermia.
Onicogrifose, otite purulenta e ulceração subcutânea.
Salivação, edema palpebral e lacrimejamento.
Oligúria, uveíte e visão turva.
A bilirrubina é produzida, principalmente, através da degradação metabólica da hemoglobina. Fisiologicamente, a maior parte deste pigmento é derivado da degradação extravascular de eritrócitos senescentes. O aumento significativo da concentração plasmática de bilirrubina acarreta em um quadro clínico-patológico denominado icterícia. Com base no texto, assinale a alternativa INCORRETA.
O aumento excessivo da hemólise extravascular pode levar a um quadro de icterícia de origem pré hepática.
Na colestase é comum a observação da concentração plasmática de bilirrubina direta (conjugada).
A bilirrubinúria é um sinal comum observado em animais com o aumento plasmático da bilirrubina direta.
A presença de urobilinogênio na urina em grandes concentrações indica um processo colestático com obstrução total do ducto biliar, indicando não haver circulação entero-hepática.