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Como forma de controle dessa doença, é preconizado promover a vacinação dos rebanhos próximos ao foco. Para isso, deve-se aplicar a vacina viva atenuada 19 de Brucella abortus, pois ela induz uma boa proteção durante o tempo de vida útil em 65% a 80% dos animais.
Uma das prioridades do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal é a vacinação de bovinos contra a brucelose, utilizando a vacina B19. Sobre esta vacina é correto afirmar:
É viva atenuada para fêmeas bovinas jovens; deve ser aplicada em bezerras com idade entre 3 e 8 meses; induz uma resposta humoral caracterizada pela produção de imunoglobulinas das classes M, G e A e se for aplicada em fêmeas bovinas com idade superior a 8 meses, há grande probabilidade de produção de anticorpos que perdurem e interfiram no diagnóstico sorológico da doença após os 24 meses de idade.
É viva atenuada para fêmeas bovinas jovens e adultas; deve ser aplicada em bezerras com idade entre 5 e 10 meses; induz uma resposta humoral caracterizada pela produção de imunoglobulinas das classes M, G e A e se for aplicada em fêmeas bovinas com idade superior a 10 meses, há grande probabilidade de produção de anticorpos que perdurem e interfiram no diagnóstico sorológico da doença após os 30 meses de idade.
É viva atenuada para fêmeas bovinas jovens; deve ser aplicada em bezerras com idade entre 3 e 8 meses; induz uma resposta humoral caracterizada pela produção de imunoglobulinas principalmente das classes M, E e A e se for aplicada em fêmeas bovinas com idade superior a 8 meses, há grande probabilidade de produção de anticorpos que perdurem e interfiram no diagnóstico sorológico da doença após os 30 meses de idade.
É viva atenuada para fêmeas bovinas jovens e adultas, mas deve ser aplicada em bezerras com idade entre 5 e 8 meses; induz uma resposta humoral caracterizada pela produção de imunoglobulinas das classes M, G e D e se for aplicada em fêmeas bovinas com idade superior a 8 meses, há grande probabilidade de produção de anticorpos que perdurem e interfiram no diagnóstico sorológico da doença após os 24 meses de idade.
É viva atenuada para fêmeas bovinas jovens e adultas, mas deve ser aplicada em bezerras com idade entre 3 e 8 meses; induz uma resposta humoral caracterizada pela produção de imunoglobulinas principalmente das classes G, E e A e se for aplicada em fêmeas bovinas com idade superior a 8 meses, há grande probabilidade de produção de anticorpos que perdurem e interfiram no diagnóstico sorológico da doença após os 30 meses de idade.
No caso de botulismo, são encontrados três tipos de soros: antibotulínico A (para tratamento do botulismo do tipo A); antibotulínico B (para tratamento do botulismo do tipo B); e antibotulínico ABE (para tratamento de botulismo dos tipos A, B e E).
Com relação à Influenza Aviária Altamente Patogênica, é corretor afirmar:
Os casos de Influenza Aviária Altamente Patogênica são ocasionados por vírus influenza tipo A portadores do gene da hemaglutinina viral dos tipos H5 e H1.
Tanto a taxa de letalidade nos hospedeiros susceptíveis quanto a reatividade em testes laboratoriais, como ensaio imunoenzimático (ELISA) e imunodifusão em ágar gel, definem uma estirpe viral como altamente patogênica.
A virulência da estirpe viral identificada como altamente patogênica pode variar de acordo com a espécie de galináceo infectado. Com freqüência, uma estirpe viral altamente patogênica causa doença grave em galinhas, perus, codornas e faisões e doença branda em patos, gansos e outras aves aquáticas.
Com relação à transmissão nos hospedeiros naturais destacam-se os tipos fecal-oral e por aerossol.
Como diagnóstico diferencial devem ser consideradas as seguintes doenças infecciosas: Doença de Newcastle, Laringotraqueíte Infecciosa, Bronquite Infecciosa das Galinhas, Doença de Gumboro e infecções agudas por Escherichia coli.
Considerando focos de diarréia na maternidade e na creche de uma granja de suínos de ciclo completo. Assinale a alternativa que contemple uma provável etiologia:
Escherichia coli - vacinação dos leitões ao nascer.
Criptosporidium sp - vacinação das matrizes no terço final de gestação.
Rotavírus - vacinação das matrizes no terço final de gestação.
Clostridium perfringes - vacinação dos leitões aos sete dias de idade.
Coronavírus - vacinação dos leitões ao nascer.
A deficiência de transferência passiva de anticorpos é o transtorno imunológico mais comum dos eqüinos e está diretamente associada à suscetibilidade a doenças infecciosas e morte em neonatos. Dosagens séricas de IgG inferiores a 200 mg/dL indicam que o animal é portador dessa afecção.
O controle dessa enfermidade é bastante difícil, devido à indisponibilidade de vacina para sua prevenção.
As vacinas provenientes de vírus atenuados para os animais domésticos podem ser aplicadas nos animais silvestres.
A partir dos três meses de idade, cães e gatos, sem exceção, devem ser vacinados contra raiva todos os anos, incluindo lactantes e cadelas prenhes ou no cio.
Atualmente, utilizam-se as vacinas anti-rábicas obtidas a partir de culturas de células e(ou) que envolvam biologia molecular, como é o caso de vacinas recombinantes, embora ainda existam e sejam utilizadas vacinas produzidas em tecido nervoso.
No atestado de óbito, a identificação do proprietário com dados como nome, CPF e endereço completo é facultativa.