Jéssica contratou uma empresa para fazer a sua festa de...
Jéssica contratou uma empresa para fazer a sua festa de despedida de solteira. Além disso, convidou um grupo seleto de cinco amigas para participar do evento intimista. No dia do evento, em um espaço fechado, Jéssica e suas amigas beberam drinks e se divertiram com a performance do dançarino contratado. Todavia, para surpresa de Jéssica, a empresa acabou divulgando algumas imagens do evento em sua rede social, nas quais apareciam a noiva e as convidadas ao redor do dançarino, apenas de sunga, entre outras fotos mais comprometedoras.
Ressalte-se que o contrato não autorizava a empresa a divulgar fotos do evento, muito menos dos participantes. Após visualizar as fotos, o noivo de Jéssica rompeu o noivado, e uma das convidadas, Natália, que seria madrinha desse casamento, também recebeu um pedido de divórcio.
Inconformadas, Jéssica e Natália ajuizaram ação indenizatória por danos materiais e morais, mas o advogado não indicou o valor almejado a título de danos morais, por entender tratar-se de um pedido implícito. Diante da audiência de conciliação/mediação infrutífera, a empresa demandada alegou a falta de legitimidade ativa de Natália.
Neste contexto, responda:
A) A preliminar alegada pela empresa demandada deve ser acolhida? Explique.
B) O entendimento do advogado das autoras está correto? Explique.
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