TEXTOS MOTIVADORESTEXTO ITEXTO IITEXTO IIIA linha do tempo...
TEXTOS MOTIVADORES
TEXTO I

TEXTO II

TEXTO III
A linha do tempo da inteligência artificial na educação destaca os principais marcos históricos que uniram a computação ao ambiente de ensino: [1]
• 1956: O termo Inteligência Artificial é cunhado oficialmente por John McCarthy, Marvin Minsky e Claude Shannon.
• 1960: Criação do PLATO (Programmed Logic for Automatic Teaching Operations) na Universidade de Illinois, considerado um dos primeiros sistemas de ensino assistido por computador.
• 1964: Desenvolvimento do STUDENT na Universidade de Massachusetts, um dos primeiros programas capazes de resolver problemas de álgebra descritos em linguagem natural.
• 1970: Introdução do SCHOLAR, considerado o primeiro sistema tutor inteligente baseado em inteligência artificial e diálogos em linguagem natural.
• 1997: É lançado o AulaNet na PUC-Rio, um dos pioneiros ambientes virtuais de aprendizagem no Brasil.
• 1998: O lançamento do Google começa a transformar radicalmente o acesso à informação e as pesquisas escolares.
• 2014: O Google Classroom (Sala de Aula Google) é lançado, popularizando a gestão de turmas e tarefas em ambientes digitais.
• 2019: É publicado o Consenso de Pequim sobre IA e Educação pela UNESCO, estabelecendo diretrizes globais para o uso ético da tecnologia no aprendizado.
• 2021: A UFG (Universidade Federal de Goiás) em parceria com o MEC lança iniciativas de IA voltadas para o combate à evasão escolar.
• 2022: O ChatGPT-3 é lançado pela OpenAI, e o MEC anuncia a transição digital do ENEM, deflagrando debates globais sobre IA generativa nas escolas.
• 2025–2026: Pesquisas (como dados do PISA) apontam que quase metade dos estudantes já utilizam chatbots de IA semanalmente para resumos e pesquisas escolares, enquanto crescem as discussões sobre diretrizes e regulação do tema pelo Conselho Nacional de Educação. [1, 2, 3, 4]
Visão geral criada por IA
TEXTO IV
A educação no contexto do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial
Confira destaques do documento apresentado durante a 5a Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizada em Brasília (DF)
por Redação 30 de julho de 2024 Atualizado 13 de março de 2026
Crédito: AnnaStills/iStockPhoto
O governo federal recebeu nesta terça-feira (30), durante a 5a Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, uma proposta para o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial 2024-2028. Com investimentos previstos de R$ 23 bilhões, os objetivos incluem dotar o Brasil com infraestrutura tecnológica de alto processamento e desenvolver modelos avançados de inteligência artificial em português, utilizando dados nacionais que refletem nossas características culturais, sociais e linguísticas. Modelos de linguagem são o termo técnico usado para designar sistemas de inteligência artificial que podem entender e gerar texto em linguagem humana. Esses sistemas são treinados em grandes quantidades de texto, aprendendo a prever qual palavra deve vir a seguir em uma frase com base no que já foi escrito. Isso lhes permite realizar várias tarefas relacionadas ao texto, como responder perguntas, traduzir idiomas, resumir textos, gerar vídeo, áudio e imagens, entre outras coisas. Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o documento elaborado pelos especialistas brasileiros é um marco para o país. “O Brasil precisa aprender a voar, o Brasil não pode ficar dependendo a vida inteira. Nós somos grandes, nós temos inteligência, o que nós precisamos é ter ousadia de fazer as coisas acontecerem”, disse, durante a abertura do evento retomado após 4 anos.
TEXTO V
Formação em inteligência artificial
Para despertar o interesse, formar talentos, capacitar especialistas e requalificar profissionais em todos os níveis para atender à urgente demanda por profissionais qualificados em IA, estão previstas as seguintes ações:
• Difusão e Literacia Digital em IA: para popularizar a IA por meio da criação da Olimpíada Brasileira de IA e campanhas educativas. O objetivo é aumentar o conhecimento e a inclusão social sobre IA, com um investimento de R$ 100 milhões.
• Laboratórios Interdisciplinares de Formação de Educadores: para capacitação de professores em letramento digital e uso pedagógico da IA, com a criação de novos laboratórios e ampliação dos existentes, investindo R$ 19 milhões.
• IA na graduação: criação de cursos de graduação e disciplinas optativas no tema, com oferta de vagas no FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior). A meta é criar 5.000 vagas em três anos, com um orçamento de R$ 183 milhões.
• Bolsas de IA para graduação e pós-graduação: oferecimento de bolsas para iniciação científica, mestrado e doutorado em IA, visando aumentar a oferta de profissionais qualificados, com um investimento de R$ 194 milhões.
• Bolsas de doutorado de IA no exterior: programa de bolsas para doutorado no exterior, ampliando parcerias internacionais em pesquisas sobre IA, com recursos de R$ 152 milhões.
• Qualificação profissional em IA: plataforma nacional de cursos online e presenciais para qualificação em IA, incluindo estágios em empresas. A meta é qualificar até 50 mil profissionais em três anos, com um orçamento de R$ 150 milhões.
• IA para educação e trabalho: formação e capacitação intensiva em IA, com a meta de capacitar até 15 mil profissionais em três anos e estabelecer 20 parcerias institucionais, investindo R$ 100 milhões.
• Residência em TICs-IA: treinamento de 20 mil profissionais por ano até 2028, focando em desenvolvimento e uso de IA, com um orçamento de R$ 250 milhões, provenientes do setor privado e da Lei de TICs.
O documento ainda diz que falta definição de orçamento para ações como a Plataforma de Participação Social sobre IA, para o envolvimento público em discussões e decisões sobre IA; o programa de IA no Ensino Técnico-Profissionalizante e o Programa de Capacitação, Qualificação e Requalificação em IA, para cursos direcionados a profissionais afetados pela automação, com ênfase em mulheres e populações vulneráveis.
* Com informações da Agência Brasil
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