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Leia os textos a seguir.
Boletim Epidemiológico – HIV e Aids 2024
Entre 2007 e junho de 2024, foram notificados no Sinan 541.759 casos de infecção pelo HIV no Brasil. A distribuição regional desses casos ocorreu da seguinte forma: Sudeste, 222.262 casos (41,0%); Nordeste, 118.431 (21,9%); Sul, 101.441 (18,7%); Norte, 56.229 (10,4%); e Centro-oeste, 43.396 (8,0%). (p.11)
Na série histórica, foram notificados 382.946 casos de infecção pelo HIV em homens (70,7%) e 158.626 em mulheres (29,3%). Observa-se uma alteração na razão de sexos, com um aumento progressivo de casos entre os homens ao longo do tempo. Em 2007, a razão era de 14 homens para cada dez mulheres, passando para 27 homens para cada dez mulheres em 2023. (p.11)
No Brasil, entre 2000 e junho de 2024, foram notificadas 166.237 gestantes, parturientes ou puérperas com infecção pelo HIV. Observa-se que a maioria das gestantes residia na Região Sudeste (36,7%), seguida pelas regiões Sul (28,4%), Nordeste (19,4%), Norte (9,5%) e Centro-Oeste (6,0%). Em 2023, foram identificados 8.277 casos de gestantes com infecção pelo HIV, com distribuição regional de 31,4% no Sudeste, 24,6% no Nordeste, 22,9% no Sul, 13,9% no Norte e 7,2% no Centro-oeste. Nesse mesmo ano, os maiores percentuais de casos foram registrados nos estados de São Paulo (13,7%), Rio Grande do Sul (11,8%) e Rio de Janeiro (11,3%). (p.12)
Entre 2015 e junho de 2024, foram notificados no Sinan 68.152 casos de crianças expostas ao HIV no Brasil. A distribuição por região de residência foi a seguinte: Sudeste, 24.287 casos (35,6%); Nordeste, 16.131 (23,7%); Sul, 15.616 (22,9%); Norte, 8.110 (11,9%); e Centro-Oeste, 3.996 (5,9%). (p.15)
Desde o início da epidemia de aids (1980) até 31 de dezembro de 2023, foram registrados no Brasil 392.981 óbitos tendo o HIV ou aids como causa básica. O maior percentual desses óbitos ocorreu na Região Sudeste (55,6%), seguida das regiões Sul (18,0%), Nordeste (15,0%), Norte (6,0%) e Centro-Oeste (5,5%), conforme a Tabela 30. Em 2023, a distribuição dos 10.338 óbitos foi de 37,8% no Sudeste, 24,3% no Nordeste, 18,3% no Sul, 12,3% no Norte e 7,4% no Centro-Oeste. (p.26)
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Boletim Epidemiológico – HIV e Aids 2024. Número Especial. Dez. 2024. Versão eletrônica.
A atuação da(o) psicóloga(o) em ações preventivas
Até bem pouco tempo, não se falava de prevenção como ação de um(uma) psicólogo(a). Quando se aborda a prevenção nos serviços de IST/HIV/aids, ela é vinculada muitas vezes aos cuidados para evitar a infecção por HIV ou outras ISTs. A prevenção às IST/HIV/aids tornou-se uma orientação tão presente nos discursos, textos e congressos da área que pouco se discute acerca do papel específico dos(das) psicólogos(as) na prevenção de saúde emocional ou mental.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) nos programas e serviços de IST/HIV/Aids. Brasília: CFP, 2022, p.95. Edição revisada.
Considerando que a prevenção nos programas e serviços de IST/HIV/Aids é estruturada em três níveis de intervenção, descreva cada um desses níveis, com seus respectivos objetivos, e apresente intervenções que podem ser desenvolvidas pelas(os) psicólogas(os) em cada um dos níveis citados de acordo com o que é preconizado pelo Conselho Federal de Psicologia.
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