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A preocupação com a preservação de conjuntos arqueológicos e com a gestão de patrimônio tem origem nos anos 1980.
A Idade Média, que durou quase 1.000 anos, é marcada por acontecimentos importantes para o desenvolvimento da história ocidental, como o florescimento da cultura, o renascimento das artes e, principalmente, a expansão do Cristianismo.
A arqueologia e a história diferem pelo tipo de fontes, recursos, metodologia e orientações teóricas que utilizam, além de estudarem sincrônica e diacronicamente, processos globais de mudanças sócio-cultural, complementando-se.
Uma disciplina voltada para os que estavam à margem da civilização ocidental, surgiu no EUA em 1980. Interessada no substrato dos diversos povos, nas línguas, nas tribos viventes e extintas. Desenvolveram-se assim narrativas criticas e tensões epistemológicas para construir um discurso de individualismo capitalista, entre outros.
Os monumentos epigráficos romanos, abundantes e conservados, representam um dos marcos da transição da préhistória à história. Essas inscrições foram sistematizadas em oito tipos principais: religioso, jurídicas, públicas, históricas, honoríficas, funerárias, profanas e menores.
Apenas projetos de grande porte ligados ao licenciamento ambiental necessitam autorização prévia para que as pesquisas sejam efetuadas.
Marcas do politeísmo grego são encontradas em ágoras, ruínas de templos; nos locais dos jogos, em Olímpia e no mais importante dos oráculos, o de Delos, rico e influente com seus vaticínios.
Após a realização de pesquisas arqueológicas, devem ser encaminhados relatórios e demais documentos para composição de banco de memória nacional.
Engajada e pública, a arqueologia histórica brasileira tem como um de seus objetivos garantir a visibilidade, os direitos e o campo de atuação social dos excluídos das narrativas dominantes.
A legislação arqueológica ampara, exclusivamente, o patrimônio tombado ou inscrito em inventário oficial contra destruição ou mutilação e outros.
acelerar os trabalhos de escavação para evitar destruição dos vestígios remanescentes.
É permitido o envio permanente de peças arqueológicas para o exterior, desde que haja licença prévia emitida por instituição competente.
A Carta de Veneza disciplina a utilização de materiais modernos na reconstrução de ruínas, com o objetivo de impedir que tais materiais interfiram na leitura da originalidade do edifício reconstruído.
As pólis gregas surgiram no período homérico, como resultado da coletivização de produção dos bens e da divisão do trabalho, entre outras causas. As cidades-estado mais importantes foram Esparta e Atenas.
Há, na antropologia, opiniões divergentes acerca das origens dos primeiros habitantes do continente americano. Nesse sentido, alguns pesquisadores alegam que a ocupação da América teria sido feita por um tipo de Homo erectus arcaico, diferente do tipo mongolóide encontrado no continente asiático.
“A proteção desse patrimônio não pode fundamentar-se unicamente na aplicação das técnicas da arqueologia, exige um sólido embasamento de conhecimentos científicos e competência profissional”. Este trecho compõe uma das fundamentações da Carta de Lausanne e busca defender a integridade do bem e da pesquisa com a colaboração efetiva entre especialistas de diferentes disciplinas.
O incremento dos projetos consultivos agravou o problema de geração e curadoria dos acervos arqueológicos pela insuficiência de técnicas e instituições especializadas. Projetos exemplares demonstram que a questão é complexa e necessita de incentivos.
Conforme alguns estudos de Alan Powell, o salto cultural e tecnológico observado em grupos humanos com comportamento cultural moderno, há cerca de 45 mil anos, não se deve necessariamente às alterações na capacidade cognitiva, mas a sua estrutura demográfica. Densidade populacional, migrações e interações entre subgrupos sociais podem ter provocado a complexidade simbólica e tecnológica no comportamento humano.