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A exposição prolongada à luz pode causar grandes danos aos objetos. Os mais recorrentes são:
Azulamento dos vernizes e corrosão dos marfins.
Amolecimento de colas e ruptura de encadernações.
Infestação por fungos e bactérias.
Apodrecimento de telas e madeiras.
Amarelamento, ressecamento e descoloração.
O registro fóssil referente à nossa sequência evolutiva é representado por diversas espécies de hominídeos. Dentre as sequências das espécies do gênero Homo apresentadas abaixo, assinale a que representa cronologicamente o processo evolutivo da nossa espécie.
Homo habilis, Homo erectus, Homo neanderthalensis e Homo sapiens.
Homo habilis, Homo ergaster, Homo heidelbergensis e Homo sapiens.
Homo erectus, Homo habilis, Homo neanderthalensis e Homo sapiens.
Homo habilis, Homo neanderthalensis, Homo erectus e Homo sapiens.
Homo erectus, Homo heidelbergensis, Homo ergaster e Homo sapiens.
No contexto da Arqueologia antropológica norte-americana, surgiu um movimento, na década de 1960, que se autodenominava de New Archaeology ou Arqueologia Processual, capitaneada por Lewis Binford. Qual o significado do conceito de arqueologia processual?
Refletia bem uma visão capitalista do passado humano, privilegiando uma interpretação materialista pouco preocupada com as diversidades culturais.
Teorizar e criar métodos para a arqueologia contemporânea.
Um paradigma epistemológico.
Abordagens à prática contemporânea da Arqueologia Histórica.
Herdeira do nacionalismo do século XIX.
A intervenção em um bem arqueológico deve ser precedida:
Da análise litológica e estatigráfica.
Dos dados materiais e documentais.
Da análise zooarqueológica.
Da análise antracológica.
De fitólitos.
Ossos encharcados necessitam de cuidados especiais para transporte e armazenamento, tais como:
Expor a uma fonte direta de calor.
Expor à luz solar.
Deixar secar à sombra.
Aquecer lentamente, apenas, em forno apropriado.
Secar com auxílio de algodão.
Quais autores arqueólogas/os que trabalharam o tema Mundo Atlântico do século XIX na chamada Arqueologia Histórica?
Andrés Zarankin e T. Cuyler Young.
Daniela Yabeta e H. Mattos.
Dale Tomich e De Pádua A. D.
Tania Andrade Lima e Maria Isaura Pereira.
Rafael de Bivar Marquese e Edward Palmer Thompson.
Qual o campo dos estudos da arqueóloga Theresa Singleton?
Arqueologia da Diáspora, da escravidão e dos Afro-Americanos.
Patrimônio, contextos das Américas e da Austrália.
Período pós-século XV e Arqueologia Histórica nas Américas.
Arqueologia Pós-Medieval na Europa e arqueologia clássica.
Arqueologia Medieval e Pós-Medieval.
O Paleolítico Superior europeu é caracterizado por quatro períodos principais. Em relação a essa periodização, analise as seguintes assertivas:
I. O Aurignaciano, estendendo-se entre 45.000 e 28.000 AP, refere-se ao período de colonização inicial da Europa pelo Homo Sapiens.
II. O Magdaleniano, estendendo-se entre 29.000 e 21.000 AP, é marcado pela grande difusão das estatuetas Vênus.
III. O Gravetiano, estendendo-se entre 19.000 e 11.000 AP, é caracterizado pelo apogeu da arte rupestre na Europa ocidental.
IV. O Solutreano, estendendo-se entre 21.000 e 18.000 AP, teve como área de abrangência a França e a Ibéria.
Quais estão corretas?
Apenas I e III.
Apenas I e IV.
Apenas II e IV.
Apenas I, II e III.
I, II, III e IV.
A pedra é o material mais extensamente usado pela humanidade. Ao acondicionar o material lítico, é preciso cuidado especial com os bordos e gumes dos artefatos para que possam ser realizadas análises do tipo:
Antracológica.
Fitológica.
Antropológica.
Traceológica.
Estratigráfica.
A arqueologia tem por objeto de estudo o homem no seu sentido mais amplo, incluindo o aspecto físico, o cultural e o psicológico, assim como suas interrelações. Portanto, ela é um ramo da:
História.
Biologia.
Sociologia.
Antropologia.
Arte.
Quais os quatro aspectos ou conceitos que perpassam as questões no âmbito da Arqueologia Histórica?
Multiperspectivismo, múltiplas experiências, sociedade escravista e redes de saberes.
Colonialismo, eurocentrismo, capitalismo e modernidade.
Solidariedades, pré-história, pré-colonial e gestão do patrimônio.
Contextos das Américas e da Austrália, pós-Medieval, paralelismo temporal e arqueologia histórica nas Américas.
Arqueologia pós-Medieval na Europa, arqueologia clássica, arqueologia medieval e pós-medieval.
Segundo M. Berman (2007), em “Tudo que é sólido desmancha no ar”, de que forma se conceitua a modernidade?
As pesquisas temporalmente análogas tratavam de uma Arqueologia chamada Pós-Medieval.
Uma questão de paralelismo temporal.
Experiência de tempo e espaço, de si mesmo e dos outros, das possibilidades e perigos da vida.
Definição de tempo histórico não considerado pela historiografia.
Não pode ser encarado como uma equivalência disciplinar em um contexto espacial diferente.
As diferentes abordagens teóricas da arqueologia propõem que o registro arqueológico deve ser entendido a partir de determinados princípios conceituais. Considerando os princípios característicos de cada abordagem, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Arqueologia histórico-cultural.
2. Arqueologia processual.
3. Arqueologia contextual.
4. Arqueologia marxista.
5. Arqueologia selecionista.
Coluna 2
( ) Enfatiza o subjetivismo da interpretação em decorrência do objetivismo da quantificação, privilegiando uma abordagem hermenêutica.
( ) Pautada na concepção de que a organização do trabalho e a tecnologia são centrais para o entendimento dos processos históricos.
( ) Focalizada nos processos de adaptação das sociedades humanas aos seus embasamentos ambientais, a partir de uma perspectiva sistêmica.
( ) Propõe que o registro arqueológico seja explanado à luz dos princípios da teoria evolutiva darwinista.
( ) Focalizada no estudo da dispersão espaço-temporal de complexos materiais. As causas da mudança cultural são explicadas em termos de difusão e migração.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
2 – 3 – 1 – 5 – 4.
2 – 4 – 1 – 5 – 3.
3 – 4 – 2 – 5 – 1.
3 – 2 – 5 – 1 – 4.
2 – 4 – 5 – 1 – 3.
Qual a teoria arqueológica, também chamada de contextual, que se preocupa com o contexto histórico e social da produção do conhecimento?
Processual.
Pós-processual.
Histórico-cultural.
Marxista.
Binfordiana.
Em meados da década de 1990, o arqueólogo estadunidense Charles Orser Jr. (1992), e posteriormente Orser Jr., em conjunto com Bryan Fagan (Orser Jr., 2013; Orser Jr. & Fagan, 1995), querendo fortalecer o conceito da arqueologia histórica, buscaram definir o campo de estudos a partir de três vieses, que são:
A Arqueologia Histórica se daria a partir de um ponto de vista cronológico, temporal, seria determinada por um ponto de vista metodológico e a abordagem do campo deveria ser pensada a partir de um problema.
O conceito de Segunda Escravidão, Arqueologia do Mundo Moderno e Arqueologia do Capitalismo.
Processo de formação do mundo moderno no plural, a experiência de africanos e afrodescendentes na Diáspora e definição do campo da chamada “Arqueologia Histórica” e suas implicações.
Mundo Atlântico, perspectiva racionalista e perspectiva secular.
Perspectiva eurocêntrica, a história do capitalismo e da modernidade e a pluralidade de perspectivas possíveis fora do eixo modernidade-capitalismo.
De acordo com a Carta de Lausanne, o instrumento fundamental para a proteção, gestão e pesquisa do patrimônio arqueológico é o:
Monitoramento.
Recenseamento.
Tombamento.
Cadastro.
Inventário.
A exemplo da antropologia, diferentes abordagens teóricas têm adotado diferentes concepções de cultura. A qual das concepções de cultura abaixo estão ligados os conceitos de fase e tradição?
À concepção de cultura como um mecanismo de adaptação das sociedades humanas ao meio-ambiente.
À concepção materialista histórica, que considera cultura como a superestrutura de um modo de produção.
À concepção evolucionista unilinear, que considera que as sociedades humanas seguem a mesma trajetória de desenvolvimento.
À concepção normativo-particularista, que considera cultura como um corpo de ideias, valores e crenças compartilhadas – as normas de um grupo humano.
À concepção simbólica, que considera a cultura como estruturas de significados socialmente estabelecidas.
Na análise de artefatos arqueológicos, a elaboração de tipologias é uma etapa essencial. O que é um tipo?
É uma categoria de artefatos que compartilham os mesmos atributos tecnológicos, morfológicos, funcionais e decorativos.
É um artefato individual.
É um conjunto de artefatos que compartilham as mesmas dimensões tecnológicas.
É o conjunto de artefatos encontrados no mesmo contexto arqueológico.
É o produto de um método estatístico de classificação de unidades estilísticas.
O arqueólogo estuda o passado a partir dos elementos – artefatos – elaborados pelo homem. Para tanto, se utiliza de um sistema de classificação e análise denominado tipologia. Os tipos podem ser:
Métricos, funcionais, tecnológicos ou estilistas.
Morfológicos, tecnológicos, funcionais ou estilistas.
Singulares, tecnológicos, relativos ou funcionais.
Funcionais, tecnológicos, proporcionais ou estilistas.
Tecnológicos, morfológicos, singulares ou funcionais.
Durante as décadas de 1960 e 1970, o grande tema de discussão no âmbito da recém-criada arqueologia histórica residia na existência, em sua base, de uma disciplina norteadora que a direcionava. Hoje, a maioria dos arqueólogos afirma que seu campo de investigação é transdisciplinar, prevalecendo duas perspectivas, quais sejam:
História e Sociologia.
História e Antropologia.
Economia e Informática.
Geologia e Meio Ambiente.
História e Comunicação.