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Na gestão do patrimônio público, a logística patrimonial envolve o controle de bens permanentes (ativos imobilizados), buscando assegurar a correta utilização e preservação dos recursos públicos. Considerando os procedimentos de inventário físico, auditoria e controle do ativo imobilizado, para garantir a confiabilidade das informações e a eficiência da gestão patrimonial é prática essencial
classificar todos os gastos de manutenção como despesas operacionais, sem necessidade de avaliação prévia, pois o seu objetivo principal é reduzir custos, simplificar registros e garantir o controle dos materiais.
registrar os bens adquiridos nos últimos cinco anos, uma vez que ativos totalmente depreciados ou inativos não influenciam mais na logística do patrimônio público.
realizar inventários físicos periódicos, conciliando os registros individuais dos bens com as contas de controle da contabilidade, de forma a identificar diferenças e assegurar a existência e o uso adequado do patrimônio.
centralizar no setor contábil o controle dos bens, dispensando a participação das áreas de logística e operação, já que a escrituração é suficiente para garantir a confiabilidade dos dados.
substituir o inventário físico anual por relatórios de compras e aquisições do período, considerando que esses documentos refletem fielmente a realidade patrimonial da instituição.