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A partir da concepção de Logística 4.0, desenvolvida por Erik Hofmann e Marco Rüsch (2017), a integração entre sistemas ciberfísicos (CPS) e Internet das Coisas (IoT) redefine a gestão logística, ao permitir conectividade em tempo real, descentralização decisória e interoperabilidade entre recursos físicos e digitais. Considerando-se essa abordagem teórica, analise as implicações estruturais dessa integração para os processos logísticos e assinale a alternativa correta.
Automação de armazéns por meio de robôs programados com rotinas fixas, sem integração em rede e sem troca contínua de dados com parceiros externos.
Ampliação da visibilidade operacional com coleta massiva de dados, mantendo decisões centralizadas em sistemas ERP convencionais, com automação restrita à execução física.
Formação de redes logísticas inteligentes com objetos conectados capazes de comunicação autônoma, adaptação dinâmica a eventos e coordenação descentralizada entre agentes humanos e máquinas.
Digitalização documental dos fluxos de transporte com substituição de registros físicos por plataformas eletrônicas, sem alteração na arquitetura decisória da cadeia de suprimentos.
Aplicação de sensores para rastreamento de cargas, mantendo o planejamento estático baseado em previsões periódicas e controle hierárquico verticalizado.