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O gestor do Almoxarifado de uma Câmara Municipal observou que os servidores faziam percursos longos e cheios de desvios para transportar insumos de material de escritório (como papel A4 e toners) do setor de recebimento até as prateleiras. Visando otimizar a movimentação física nesse elo da cadeia de suprimentos interna, ele reorganizou o arranjo das estantes de modo a encurtar o trajeto, garantindo uma linha reta entre a doca e o estoque.
Considerando as leis da movimentação de materiais aplicadas à logística pública, a decisão tomada pelo gestor consagra a lei da:
Flexibilidade, caso a rota reta permitisse usar os mesmos carrinhos para mover variados insumos da Casa.
Manipulação mínima, presumindo que o gestor instalou esteiras mecânicas para evitar o toque nas caixas.
Mínima distância, pois a readequação para uma rota reta e mais curta eliminou os trajetos em zigue-zague.
Obediência ao fluxo, uma vez que a mudança visou reestruturar o processo burocrático de compras da Câmara.
Padronização, já que a disposição das estantes buscou unificar as marcas de materiais de escritório usadas.