A motivação no ambiente corporativo vem sendo estudada sob dois diferentes aspectos, redundando nas teorias de conteúdo,
que buscam identificar quais fatores geram motivação, e nas teorias de processo, que objetivam explicar como a motivação
ocorre. Exemplo clássico da primeira vertente é a Teoria Bifatorial, desenvolvida por Herzberg, que predica a existência de
fatores
A
tangíveis, como recompensas e punições, que podem ser facilmente manejados para gerar motivação; e intangíveis, que,
embora relevantes para a motivação, não são gerenciáveis.
B
exclusivamente financeiros, que geram a motivação inicial; e fatores existenciais, que são os necessários para a
manutenção da motivação.
C
individuais, próprios da personalidade de cada um, de abordagem mais complexa na organização; e fatores coletivos,
passíveis de serem induzidos para motivação do grupo.
D
que previnem a insatisfação, denominados fatores de higiene, como salário; e fatores motivacionais propriamente ditos,
como autonomia e reconhecimento.
E
primários, ligados a aspectos inconscientes do indivíduo, como desejo de pertencimento; e fatores secundários, como
responsabilidade corporativa, que afloram a partir da aplicação de dinâmicas motivacionais.