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O modelo clássico ou tradicional de desenho de cargos foi apregoado pelos engenheiros da administração científica no início do século XX: Taylor, Gantt e Gilbreth. Eles utilizaram certos princípios de racionalização do trabalho para projetar cargos, definir métodos padronizados e treinar as pessoas. Além disso, ofereciam incentivos salariais (prêmios de produção) para assegurar a adesão aos métodos de trabalho. Estabeleceram uma separação rígida entre o pensar (gerência) e o executar (operário).
Os aspectos principais do modelo clássico de desenho de cargos são, exceto:
A pessoa como apêndice da máquina, ou seja, a pessoa é vista como um mero recurso produtivo.
Fragmentação do trabalho, ou seja, a pessoa deve realizar uma subtarefa simples e repetitiva.
Ênfase na eficiência, ou seja, a pessoa trabalha segundo o método e seguindo as regras e os procedimentos estabelecidos.
Identidade com a tarefa, ou seja, a pessoa pode efetuar um trabalho inteiro ou global e pode identificar os resultados de seus esforços.
Permanência, ou seja, há a ideia de estabilidade e de permanência a longo prazo do processo produtivo, pois não se cogitam mudanças.