Geralmente a análise da distribuição do trabalho é efetuada
com base em quatro blocos: tempo, capacidade profissional,
equilíbrio no volume de trabalho e possibilidades preliminares
de mudança. No que se refere ao tempo, a questão:
A
“A eliminação ou criação de um serviço ou atividade pode
ser considerada como racionalizadora da distribuição
do trabalho?” considera o fato de que, muitas vezes, é
possível juntar dois serviços num só ou criar dois serviços
onde havia apenas um.
B
“É possível subdividir ou mesmo agrupar serviços ou
atividades?” leva o gerente ou a equipe a considerar
se o tempo despendido é compatível ou não com o
funcionamento global da unidade, naturalmente tendo
maior cuidado de análise dos tempos extremos.
C
“São essas atividades ou serviços as que devem tomar
mais tempo?” se refere a questionar se o tempo justifica
o resultado final da atividade ou serviço, devendo-se
salientar que “tomar mais tempo” não significa ser mais
importante, pois não há relação entre tempo e importância
de uma atividade ou serviço.
D
“Que atividades ou serviços absorvem mais tempo?” é
importante, pois a análise não deve cingir-se apenas a
aspectos internos da unidade, apesar de ser grande a
probabilidade de que as deficiências existam no interior
da unidade, as frações organizacionais atuam de forma
sistêmica, interagindo umas com as outras.
E
“O tempo despendido pelas várias atividades ou serviços
depende integralmente do esforço interno ou há
interferência de outras unidades fora da análise?” leva o
gerente ou a equipe a considerar se o tempo despendido
é compatível ou não com o funcionamento global da
unidade, naturalmente tendo maior cuidado de análise
dos tempos extremos.