Como modelo para a administração pública, a administração gerencial foi colocada no caso brasileiro como marco para a reforma do Estado, em meados da década de 90. Ela é uma resposta
ao modelo burocrático, superando o patrimonialismo, enfocando melhores práticas de gestão e a meritocracia.
ao crescimento desordenado do Estado brasileiro, às mudanças nas relações sociais e institucionais geradas no campo político pós constituinte.
à expansão das funções econômicas e sociais do Estado, ao desenvolvimento tecnológico e à globalização da economia mundial.
ao modelo neoliberal, em vista da efetividade que permite controlar irregularidades e referenciar pautas de políticas públicas republicanas.
ao modelo liberal e patrimonialista, que ao longo de décadas buscou a sistematização burocrática e de mérito legal da administração pública.