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Um programa de esporte e lazer, aplicado em projeto de extensão, foi implementado com o objetivo de promover inclusão social e melhorar a qualidade de vida dos participantes. Após seis meses de execução, a equipe gestora iniciou o processo de avaliação para verificar se os objetivos estavam sendo alcançados. Nessa fase, o monitoramento contínuo do programa permite
priorizar exclusivamente a utilização de instrumentos quantitativos, sob o argumento de que apenas indicadores numéricos são objetivos e confiáveis para avaliação.
manter a execução do programa, mesmo que os resultados parciais indiquem baixa efetividade, justificando a continuidade pelo investimento financeiro e orçamentário já realizado.
ajustar estratégias em tempo real com base nos dados coletados, favorecendo a correção de rumos e a adaptação das ações às demandas emergentes.
limitar-se ao cumprimento das exigências contratuais e burocráticas, entendendo o monitoramento como uma formalidade administrativa, sem considerar as transformações sociais e culturais geradas.
elaborar relatórios finais que enfatizem apenas a eficiência do processo de execução, desconsiderando a relevância de indicadores qualitativos como a satisfação e o engajamento dos participantes.