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Os modelos presentes na administração pública brasileira são classificados como: patrimonialista, burocrático, gerencialista e societal. Esses modelos representam cada qual um determinado período histórico. No entanto, tem sido debatido que não houve uma sobreposição exclusiva dos novos modelos sobre os anteriores, de modo que características de todos os modelos podem ser encontradas na administração pública atual.
Alexandre M. Drumond et al. Internet: <scielo.br> (com adaptações).
A respeito dos modelos de administração pública no Brasil, assinale a opção correta
Os três modelos de administração pública — patrimonialista, burocrático e gerencial — são sucessivos no tempo, tendo o modelo mais recente substituído e suprimido todos os aspectos dos modelos precedentes.
A administração pública gerencial representou uma ruptura total com o modelo burocrático, tendo descartado todos os princípios deste, inclusive a constituição de um sistema estruturado de remuneração.
Diferentemente da administração pública burocrática, a administração pública gerencial caracteriza-se pela rigorosa profissionalização e pela ênfase no controle concentrado dos processos.
A administração pública burocrática, embora tenha promovido efetividade no controle de abusos, revelou-se autorreferenciada e ineficiente no atendimento à sociedade.
A administração pública patrimonialista surgiu no século XIX como forma de defender a res publicae e combater a corrupção e o nepotismo, identificando-se com a noção de poder racional-legal.