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Em uma universidade federal, o setor de pessoal identificou que diferentes chefias vinham adotando práticas distintas no acompanhamento de assiduidade, na concessão de horários especiais e no tratamento de condutas funcionais. Observou-se que alguns gestores liberavam servidores sem registro formal, outros recorriam apenas a orientações verbais diante de atrasos recorrentes e havia setores sem qualquer controle sistemático dessas ocorrências. Diante desse contexto, a Controladoria foi acionada para avaliar a situação sob a ótica da gestão de pessoas no setor público. Considerando o caso apresentado, assinale a alternativa que está de acordo com os princípios básicos da gestão de pessoas no setor público.
A chefia pode flexibilizar rotinas de assiduidade sem registro formal, pois a autonomia administrativa permite ajustes imediatos conforme a realidade de cada setor.
Advertências verbais são suficientes para tratar condutas inadequadas, já que o setor público prioriza eficiência e evita formalidades que atrasem o trabalho.
A padronização dos procedimentos de assiduidade e conduta é obrigatória, devendo seguir normas legais e registros formais de quaisquer concessões, ajustes ou medidas disciplinares.
A concessão de horários especiais pode ocorrer sem processo específico, desde que a chefia avalie a necessidade funcional do servidor.
A gestão de pessoas é adaptada a cada chefia, pois princípios administrativos variam conforme o perfil de liderança no serviço público.