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Um Tribunal de Contas estadual enfrenta conflitos recorrentes entre a Diretoria de Fisc...

Um Tribunal de Contas estadual enfrenta conflitos recorrentes entre a Diretoria de Fiscalização e Controle (DFC) e a Diretoria de Relações Institucionais (DRI), motivados por disputas por recursos humanos compartilhados, divergências sobre prazos e percepções assimétricas de relevância institucional.

A Presidência decidiu adotar uma estratégia de negociação ganha-ganha estruturada no modelo PRAM para mediar o conflito, construir acordos viáveis e preservar o relacionamento institucional no longo prazo.


Assinale a opção que descreve corretamente a aplicação das quatro etapas do modelo PRAM ao referido conflito.


A

Na etapa de planejamento, mapeia-se apenas os conflitos já ocorridos; no relacionamento, a confiança é construída durante a negociação substantiva; no acordo, as soluções são propostas pelo mediador; e na manutenção, o acompanhamento é dispensável quando o acordo é formalizado por escrito.


B

Na etapa de planejamento, impõe-se um acordo preliminar antes do diálogo; no relacionamento, substituem-se os líderes das diretorias para eliminar assimetrias; no acordo, adotam-se critérios exclusivamente técnicos; e na manutenção, monitora-se apenas o cumprimento de prazos.


C

Na etapa de planejamento, antecipam-se cenários apenas para a DFC, por ter maior volume de entregas; no relacionamento, prioriza-se a formalização do acordo antes da construção da confiança; no acordo, adota-se lógica distributiva para garantir equilíbrio de concessões; e na manutenção, realizam-se reuniões apenas quando surgirem novos conflitos.


D

Na etapa de planejamento, identificam-se os interesses de cada diretoria sem buscar convergências; no relacionamento, impõem-se regras de interação via ato normativo; no acordo, a alocação de recursos é definida unilateralmente pela Presidência; e na manutenção, encerra-se o acompanhamento após a assinatura do acordo.


E

Na etapa de planejamento, mapeiam-se objetivos, interesses e pontos de divergência de ambas as diretorias, antecipando cenários de negociação; no relacionamento, criam-se espaços formais de diálogo para construir confiança mútua e reduzir assimetrias de poder antes da negociação substantiva; no acordo, facilitam-se soluções conjuntas que compatibilizem prazos, recursos e prioridades; e na manutenção, instituem-se mecanismos de acompanhamento, feedback periódico e canais permanentes de comunicação para preservar o relacionamento institucional no longo prazo.