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Uma organização pública planeja um processo seletivo para provimento de cargos efetivos de nível superior. O setor de gestão de pessoas define que o recrutamento será exclusivamente externo, por meio de concurso público, mas deseja também mapear talentos internos para futuras promoções. Considerando a legislação vigente (Lei n.º 8.112/1990 e alterações) e as melhores práticas em gestão de pessoas, a estratégia mais adequada para conciliar a exigência de concurso público com a identificação de talentos internos é:
Realizar um processo de recrutamento interno paralelo ao concurso, aproveitando os servidores já estáveis para ocupar os cargos antes da abertura do edital.
Criar um cadastro de reserva com servidores temporários que, após avaliação psicológica, possam ser efetivados independentemente de concurso.
Ignorar o mapeamento interno e realizar concursos periódicos para todos os níveis, sem qualquer diferenciação entre carreiras.
Utilizar o concurso público apenas para cargos de entrada e implementar um programa estruturado de desenvolvimento de carreira com banco de talentos internos para preencher vagas de níveis superiores por meio de promoção e progressão, conforme plano de carreira aprovado.
Substituir o concurso público por um processo seletivo simplificado baseado exclusivamente em análise de competências, sem provas objetivas.