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O termo geoprocessamento surgiu com a introdução dos conceitos de manipulação de dados espaciais georreferenciados dentro de sistemas computadorizados, através das ferramentas denominadas Sistemas de Informações Geográficas – SIG's. Sobre o assunto é INCORRETO afirmar que
o SIG é um exemplo de geotecnologia e representa a união de hardware e de software capaz de armazenar, analisar e processar dados georreferenciados. Os SIGs podem conter arquivos digitais no formato raster (imagens de satélite e fotos aéreas) ou vetorial (pontos, linhas ou polígonos).
a análise das informações contidas num SIG permite que se elaborem mapas, gráficos, tabelas e relatórios que representam, digitalmente, a realidade. Cada dado armazenado está associado com coordenadas em vinte ou em trinta dimensões no espaço e se refere a uma determinada localização no globo terrestre.
uma das vantagens de se usar um SIG é que ele pode trabalhar com imensas bases de dados e transformá-las em mapas que serão analisados individualmente ou combinados com outros mapas e informações para gerar conhecimento estratégico. No âmbito das pesquisas em agricultura, o SIG é usado para detectar padrões espaciais de culturas; elaborar mapeamentos que auxiliarão na simulação e na modelagem espacial; buscar soluções aos problemas ligados à agricultura.
as geotecnologias são imprescindíveis para apoiarem avanços na identificação, na qualificação, na quantificação e no monitoramento de áreas agrícolas e recursos naturais, possibilitando a geração de mapas e análises de informações geoespaciais de forma mais efetiva, rápida e precisa. O sensoriamento remoto é usado na estimativa de áreas plantadas, na identificação das culturas plantadas e no monitoramento da expansão e da alteração de uso das áreas agrícolas.
o mapa de uso e de cobertura das terras auxilia no acompanhamento, na quantificação e na qualificação dos elementos que recobrem a superfície terrestre e faz um registro de como a sociedade se utiliza desses elementos ao longo do tempo. Nesse tipo de mapeamento, é possível identificar, por exemplo, se uma área se encontra coberta por vegetação natural e se seu uso, baseado na proximidade de um curso d´água e na legislação, é uma Área de Proteção Permanente (APP).