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No que tange ao manejo integrado de pragas na cultura do tomateiro, é correto afirmar que:
As moscas-brancas são consideradas pragas de grande importância e requerem vigilância intensa durante a fase de viveiro e nos 40 primeiros dias após o transplantio. O nível de controle para essa praga é de 10 adultos por planta.
O uso de inseticidas químicos e de óleos (mineral ou vegetal emulsionável) para controle de pulgões é eficaz para impedir a transmissão dos vírus transmitidos por picada de prova (PVY e PepYMV) e a sua disseminação dentro da área de plantio.
Uma das medidas de controle de vetores e viroses associadas é realizar a adubação química conforme análise de solo ou foliar e requerimentos da cultura, favorecendo sempre o excesso de nitrogênio, o que deixa as plantas mais vigorosas e resistentes ao ataque dos vetores.
Os vetores de vírus encontram dificuldades para colonizar a plantação quando se utiliza cobertura do solo com superfície refletora de raios ultravioleta, como casca de arroz, palha ou mulch plástico de coloração prateada ou aluminizada.
Para reduzir a infestação de moscas-brancas, tripes e pulgões na plantação, é recomendável escolher uma época de plantio adequada para a região, que coincida preferencialmente com o período de baixa incidência dessas pragas no campo, de preferência durante a estação seca.